Bernardo
Alexandre Intipe nasceu na cidade de
Bissau (Guiné-Bissau). Escreve contos e
poemas que destacam aspectos da sua cultura e sociedade. Em 2014, ingressou na Universidade
da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), considerado um
dos pioneiros do Curso de Letras - Língua Portuguesa/Campus dos Malês/Bahia.
KASABI NA MORANSA
No rompimento do dia
e noite não havia ninguém para me acalmar.
O riacho de tristeza na minha face era minha "Mãe", minha tabanka que ninguém poderia impedir de transbordar de forma impetuosa e constante.
Os de gerações mais remotas diziam que há de chegar um dia em que não haverá rompimento de dia e noite, pois será o nascer e o por do sol.
Porém procuraram essa palavra “UM” de ocidente a oriente, de principio ao derradeiro de suas vidas, mas não a encontraram.
De modo que ela é um artigo indefinido, havia esperança de que há de chegar o dito dia em que será definido.
Décadas e décadas passaram e é a mesma cantiga que se canta “aonti i di Ntoni, i aos i di Djon”.
Sendo assim, houve evasão das corças à procura de melhor condição de sobrevivência. E os que lá permanecem, continuam a deplorar pelas presentes situações vividas na atualidade.
As que estão fora da “VILA” não pretendem voltar por motivos da lei de selva, isto é, só “vive tranquilamente os que têm poder”.
Os bandos estão sofrendo de miséria de forma veemente e muitos estão a perder a esperança de vida.
Porque a floresta já não faz parte de seu habitat.
E a flora com cara de tristeza porque a poluição paira sob ela
Não há diálogo entre os animais por causa da soberania e singularidade de leão (o detentor de todo poder), “Si i pupa tudu mundu ten ku kala”.
A emancipação se torna numa decadência brutal de “VILA”.
E a floresta jamais existe por motivos da inundação do riacho de tristeza causada por "Leão"!
O riacho de tristeza na minha face era minha "Mãe", minha tabanka que ninguém poderia impedir de transbordar de forma impetuosa e constante.
Os de gerações mais remotas diziam que há de chegar um dia em que não haverá rompimento de dia e noite, pois será o nascer e o por do sol.
Porém procuraram essa palavra “UM” de ocidente a oriente, de principio ao derradeiro de suas vidas, mas não a encontraram.
De modo que ela é um artigo indefinido, havia esperança de que há de chegar o dito dia em que será definido.
Décadas e décadas passaram e é a mesma cantiga que se canta “aonti i di Ntoni, i aos i di Djon”.
Sendo assim, houve evasão das corças à procura de melhor condição de sobrevivência. E os que lá permanecem, continuam a deplorar pelas presentes situações vividas na atualidade.
As que estão fora da “VILA” não pretendem voltar por motivos da lei de selva, isto é, só “vive tranquilamente os que têm poder”.
Os bandos estão sofrendo de miséria de forma veemente e muitos estão a perder a esperança de vida.
Porque a floresta já não faz parte de seu habitat.
E a flora com cara de tristeza porque a poluição paira sob ela
Não há diálogo entre os animais por causa da soberania e singularidade de leão (o detentor de todo poder), “Si i pupa tudu mundu ten ku kala”.
A emancipação se torna numa decadência brutal de “VILA”.
E a floresta jamais existe por motivos da inundação do riacho de tristeza causada por "Leão"!
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