Ianes Augusto Cá é graduando do curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa da Universidade da Integração Internacional
da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB.
RESI(LI/ST)ÊNCIA
A
natureza se confluem com a ambição do ser humano. As atrocidades passam ser
sentidas como a canção do cotidiano. As flores murcham na cada amanhecer do sol
e na manhã dos cantares dos pássaros. O sentido da unidade se desmancha a cada
soprar do vento do Nordeste. As incertezas pairam quando o sol se beija com
água e floresta em cada tarde de crepúsculo. Em cada aquecer do sol de meio dia
se intensifica com movimento caótico subindo Caracol, feira de Bandim e Praça,
alicerçada da incerteza do pão-de-cada-dia. Desonestidade afiada a cada
reencontro de projetos fuscos infundadas e sustentadas enganosamente com
discursos rasos e inflamáveis que cegam o povo digno, humilde e desinstruído.
Jovens desorientados nas bancadas com barradas de wargas colocada no fogareiro,
tomando um copo quente para disfarçar a fome à espera do único tiro de cada
dia. Aumentar gastrite e câncer no estômago, com falta de materiais dos médicos
incapazes de diagnosticar o patógeno. Um pau de cigarro dividido por dez bocas
contaminadas de bactérias ingeridas para o pulmão à cada inspiro de nicotina.
Aquele que tem mais gosto de dobrar o seu bag e finóro que lhe faz fugir da
realidade a procura de um mundo êxtase. Uns que preferem a colocar dentro do
chá para que a possa ingerir com mais facilidade. As crianças sentadas na areia
brincando com o sentido na barrada à espera de palha-de-warga. As certezas de
vida se desfaz à cada vento de confento cotchotchido com mortes lentas de
esperança nublado que nunca larga a chuva que regam as flores murchadas de
tanto sol de quaresma que bate nas costas dos homens valentes e as mulheres
bideras que divorciaram com a esperança desde adolescência. Os olhos atentos a
casa dos vizinhos se acenderá as lenhas trazidas das hortas de cajueiros. A
cada prato de comida para mais de dez bocas a tentar sorte se vai conseguir uma
mão para saciar a fome. A cada minuto as crianças desenvolvem as suas próprias
estratégias e técnicas de sobrevivências. Tchocoti cucu-de-caju é uma habilidade comum entre todos para conseguir um
kilograma com a vista à loja de Nar para conseguir pão com manteiga. O prazer
pelo vinho de caju se tornaram festa nos jovens debaixo de mangueira
espalhados, outros sentados nas pedras e deitados no chão como se fosse defunto
que espera a decida para a cova. Com o estomago limpo cheio de líquidos acidos
que matam as células de esperança a cada segundo que passa. Para aquele que não
tiver djaudi se refugia para cana de nsumsum para embriagar mais rápido, alguns
chama de foto rápido, devido a função ativa e de controlar rapidamente o nosso
organismo. Quando o sol vira, as suas voltas já alagam de vómitos e urinas com
cheiros de catingas e odores que soltam parasitas. A cada hora que passa percebe-se muitas
lamentações e discussão política escutada pela boca de um djinton-de-praça que
acham doutores e conhecedores de todas as matérias da cidade de Bissau até da
outra parte da terra de dona-maria. O paranoico começa quando o sol aquece e
vinho fermenta deixa a mente mais confusa para escolher que destino seria capaz
de escolher. As brigas começam, quando cada um se sente mais macho que outro.
Círculos são feitos em forma de ringue para ver quem é Brucilin e Jack Jean.
Vandam e Toncupo eram mais imitados. Socos no rosto começa lagar sangue. As
mulheres correndo com mão de sal para estancar sangue. Aquele pega folha de
pulga para desinflamar o calo formados pelos murros. De novo sentados fazendo
pazes como se fosse não houve a briga. Parece que o amor era tão grande entre
eles. Cada um perdoava rapidamente sem deixar magoa no coração. Compartilham o
mesmo copo de vinho. O mesmo prato de bafatório e o mesma colher. Trocavam os babus como se fosse o namoro entre dois
adolescentes. Cada dia que passava morria vinte e cinco cácris que servia como tira-gosto. Cada um molhava um dente chupava, lembia o molho e levava de volta ao
prato. Ninguém se dava conta que era ruim, pois parecia que um amor tão grande.
Os homens perdendo vozes dentro de casa a cada dia. As mulheres com tanto
sacrifício não deixam o fogo apagado dentro de casa. As cinco horas da manhã se acordam pelo cacarejar das galinhas a procura fonte de alimento. Isso já é
hábito mesmo com febre enfrentam esse desafio de levar trigo para casa. Mesmo cuntango
já é muita coisa para enganar os bichos na barriga. Homens abusados. Aqueles que batem nas
mulheres depois de estas tinham passado tanto sacrifício, a noite apanham dos
maridos. Com todo jeito de amor, de procurar comida para casa, o pago é receber
pisa. Grupos de pessoas na porta assistindo briga entre homem e mulher. Depois
de homem ter passado dia todo em casa debaixo de tanque de caju banhado com
vinho. A mulher banhada de sereno a procura alimento. Depois de enfrentar sol
de sofrimento de quaresma que naquele dia parecia que o sol se beijava com o
chão. Depois da temperatura que encontrava
em 55º Celsius e alcatrão estava derretendo. Vapor de quentura do asfalto dava
para fornear carne do batismo de páscoa. Isso já era promessa de cada dia para
as mulheres. Parece que foram amaldiçoados para carregar tanto sofrimento nas
costas em nome do amor. Ao mesmo tempo as raparigas recebendo o miau dos gatos
sentados na bancada a espera de troco de feira das meninas que vinham de fazer
compra de coisas para cozinha. Que preocupavam de sobrar cem francos para
deixar os seus gatinhos nas bancadas para consumo de warga e cigarros. Essa
cerimônia repetia de dez as doze horas de cada dia. Era um ritual que as mais novas tinham que
cumprir para garantir as suas aceitabilidades com os gatos que gostam de chupar
os ossos de baixo de sombra sem esforço. Abraçavam bem apertadinho nelas e a
mão esquerda desce de vagar para os seios delas e começam a exprimir como se
fosse o médico que diagnostica um paciente de câncer na mama. Parecia que isso
agradava as menininhas, porque só achava graças. Outros que têm mais ousadia
esfrega e prime bunda delas com mais forças. Aqueles que são mais estúpidos
mete o dedo no..... sem que ela reclamar. Parecia um filme de seriado que
passava na TV a esse horário específico. Os país olhando para cena fingem que não
olham. O que o pai pode dizer se perder a voz e vez? Quando o homem perde poder
de controle da casa todo tipo de bicho penetra até na cama. Os valores
saqueados a cada batida do ponteiro de relógio. A educação está perdendo lugar
devido a falta de autonomia dos homens. Foram tombados trovoadas que ameaçam os
seus espaços a cada dia. Os matchu-dunus despreocupados com almoço de cada-dia
porque a torneira foi aberta. Falta de controle o estado se tornou
bantaba-de-mandjuandade. No cair do sol a escuridão que fala mais alto.
Acontece cada tipo de coisas absurdas. As meninas nas portas de vira-costa a
espera de um copo de leito com sanduíche. Depois de tomar leite pelo menos paga
agachado debaixo de qualquer árvore. Aquele que prefere espaguete com feijão
paga mais, o leito é o lugar mais apropriado. Chega em casa na manhã seguinte
ninguém questiona. Essa prática era normal. Conseguiu ficar de barriga cheia.
Os meninos nos cantos de becos atacando as pessoas para roubar celulares e
moedas. Ninguém se temia mais de sangue. Se tiro dos canhões eram música para
os seus ouvidos. O sangue era qualquer líquido que ninguém temia. Na puxa-puxa
de levar telemóvel para casa esfaqueiam a vítima sem pena nem medo. A tabanca
vira filme na cidade de Hollywood. Ator e chefe-de-bande. Os velhos que
trabalham utilizam corpo dos adolescentes como fontes de prazer. Agora não
querem saber dos jovens. A moda de catorzinha espalhou por toda parte. Violam
crianças inocentes atrás de sanduíche para enganar a estomago. Os homens ditos
cultos e letrados tomam novos rumos. Homens visionários civilizados viciados se
apropriam dos direitos da população para sustentar casa um, casa dois, casa
três,.. Nas esquinas de ruas de praças aliciar as adolescentes inocentes atrás
gorjetas para garantir Nhamham. Bandos de purfiadures levando a terra para o
abismo. A cor vermelha passa tomando espaço de verde e amarela da Bandeira a
cada dia que passa. Desnorteados com
ideias malucas centradas dos seus ventres e falos a procura de novinhas para
tirar os seus prazeres. Ambições parvas
tomam conta de coração de dirigentes a cada pôr-do-sol. Construindo prédios
acima de lama de sangues derramados na intriga. Mordomia acima de direitos da
população. Cabeças ocas fracas passam a guiar o destino da população. Acusações
falsas intrigantes fazem o urdumunho na morança. A cada dia a canoa afundando
violentamente. Os feiticeiros passam a
ser atribuídas mais responsabilidade. Ninguém
more mais de paludismo, diarreia e cólera. A fraqueza não mata mais ninguém,
tudo é feiticeiro. Os valores se desmancham a cada soprar do vento. A
independência se consolida na dependência e exploração, afundamentos de
ideais da luta faz luto e amortece a esperança. As noites se tornam mais longas
com as mulheres no pensar de almoço de manhã seguinte. A esperança de vida
diminuído a cada ano que passa. Trânsitos armados a espera de gorjetas de
taxistas e toca-toca. A autoridade não existe. Parece que tudo se tornou numa
bagunça. Jovens conscientes a procura de novos destinos. As bolsas de estudos
devidas entre gabinetes como partilha da África. Quem tem família buchudo
consegue mais rapidamente...





